Coleção: Statement

A geometria em modo de afirmação. Peças com uma presença que dispensa apresentação, para quem sabe que o silêncio não precisa de ser discreto. 

Mais sobre esta coleção

Há joias que se usam. E há joias que fazem algo — que mudam a forma como entras numa sala, que fixam o olhar antes de qualquer palavra. Esta coleção reúne as segundas. Não por excesso decorativo, mas por força de design: cada peça aqui foi concebida com uma intenção de presença que não precisa de ser justificada. São peças que assumem o seu próprio espaço.

Ao contrário do que o termo "statement" pode sugerir, não se trata de volume pelo volume ou de tamanho pelo tamanho. Trata-se de peso conceptual traduzido em forma. Os Brincos Chrysler evocam a arquitectura Art Deco do edifício nova-iorquino que lhes dá nome — vértices e proporções que atravessaram o século com a mesma elegância. A Gargantilha Namur é geometria arquitectónica em ouro sobre o pescoço. Os Brincos Kayan partem de uma referência cultural de séculos — as argolas das mulheres do povo Kayan, transformadas numa peça contemporânea que guarda essa memória. Em cada caso, a presença vem do conceito, não apenas da escala.

Todas as peças são produzidas à mão e certificadas pela Contrastaria da Imprensa Nacional — Casa da Moeda desde 2014. Como a Máxima escreveu sobre a Vangloria: «poesia para a indústria». Estas peças são exactamente isso — a versão mais declarada dessa poesia.

Para quem é

Para quem já sabe o que usa e quer uma peça que faça o trabalho sozinha — sem precisar de camadas, sem precisar de contexto. Para quem entende a joia não como complemento da roupa mas como o ponto a partir do qual o resto se organiza. E para quem quer investir numa peça que não envelhece com a temporada porque nunca pertenceu a nenhuma.

Esta é também a coleção para ocasiões que pedem presença: um jantar, uma abertura, uma cerimónia, um momento em que a escolha do que se usa é em si um acto de identidade. As Pulseiras Namur (€369) e Mirabilis (€370) têm escala de pulso que substitui qualquer relógio sem esforço. Os Brincos Longos Mirabilis (€246) e os Brincos Nautilus Party — em duas versões, de €180 a €197 — têm movimento e presença que funcionam exactamente bem quando há luz e quando há distância a percorrer. Podes ver outras peças de referência da marca na selecção de destaques Vangloria.

Como escolher

Começa pela ocasião e pelo tipo de joia. Para brincos de grande presença, os Brincos Kayan (€320–€369) são os de maior peso e impacto desta coleção — forma que evoca as argolas de pescoço da tribo Kayan em prata 925 acetinada, para quem quer ser inequívoca. Os Brincos Fallen Angel (€295) têm acabamento diamantado e polido, com o efeito de captar luz de qualquer ângulo. Os Brincos Phi Progressions — em três variantes (I, II, III) a partir de €160 — são a escolha mais versátil desta coleção: grande presença visual mas com a contenção geométrica que caracteriza a marca.

Para colares, a Gargantilha Namur (€467) é a peça de maior investimento e maior afirmação da loja inteira — ouro, geometria arquitectónica, presença que não partilha espaço com mais nada. Os Colares Phi Progressions (a partir de €209) têm escala mais generosa mas podem ser usados em sobreposição ou sozinhos. O Colar Sagittata (a partir de €123) é o ponto de entrada desta coleção em termos de preço — e o mais versátil dos colares aqui reunidos.

Para pulseiras, as quatro opções desta coleção cobrem registos distintos: a Pulseira Chrysler (€270) tem a contenção Art Deco do edifício que a inspira; a Pulseira Kosmos (€394) é a de maior presença e preço; a Pulseira Namur (€369) e a Pulseira Mirabilis (€370) partilham escala e ambição visual semelhantes, distinguindo-se pelo vocabulário de cada coleção. Podes explorar o universo completo das joias atemporais Vangloria para ver como estas peças se relacionam com o resto do catálogo.

Perguntas Frequentes

O que define uma joia "statement" na Vangloria — é só uma questão de tamanho e preço, ou há algo mais?

Não é de tamanho nem de preço — é de intenção. Uma joia statement na Vangloria é uma peça que foi concebida para ter presença própria: que não precisa de ser combinada com outras para funcionar, que transforma o look a partir do momento em que é usada. O que distingue estas peças das restantes é a escala do conceito por trás de cada uma — do Art Deco do Chrysler à referência cultural dos Brincos Kayan, passando pela geometria sagrada da Vesica Piscis — traduzido em formas que o olho reconhece como significativas mesmo sem conhecer a origem.

Esta coleção tem peças muito distintas entre si — Chrysler, Nautilus Party, Kayan, Fallen Angel. Como é que encontro a peça certa para a minha personalidade?

A chave é perceber de onde vem cada referência. O Chrysler é arquitectónico e preciso — para quem tem afinidade com o design e com a geometria rigorosa do Art Deco. O Nautilus Party é orgânico e em movimento — para quem quer presença sem peso conceptual imediato. O Kayan é culturalmente denso e fisicamente imponente — para quem quer uma peça que conta uma história mesmo antes de ser explicada. O Fallen Angel joga com a luz através do acabamento diamantado — para quem quer impacto visual sem necessitar de referência histórica. Em caso de dúvida, os Brincos Phi Progressions são a entrada mais segura: grande presença, raiz matemática sólida, geometria Vangloria pura.

Estas peças são para ocasiões especiais ou podem ser usadas com regularidade sem parecerem excessivas?

Depende da peça e de quem a usa — mas a resposta honesta é: muitas delas funcionam no dia a dia para quem tem um estilo de vida em que a joia é parte central da identidade, não um adorno de cerimónia. Os Brincos Phi Progressions e o Colar Sagittata, por exemplo, têm presença clara mas geometria suficientemente limpa para acompanhar contextos variados. As pulseiras — especialmente a Chrysler e a Mirabilis — funcionam como peça única de pulso em qualquer contexto. Para as peças de maior escala como os Brincos Kayan ou a Gargantilha Namur, o contexto mais formal potencia o que já está lá — mas nunca é uma condição.

Existem nomes como Fallen Angel, Kayan, Ethereal, Vesica, No Circles — de onde vêm estas referências e qual é o conceito por trás deles?

Cada nome é uma referência com história própria. Kayan parte das argolas de pescoço usadas pelas mulheres do povo Kayan, no sudeste asiático — uma das tradições de adorno corporal mais icónicas do mundo, reinterpretada como brinco de prata. Vesica refere-se à vesica piscis, a figura geométrica formada pela intersecção de dois círculos — símbolo presente em arquitectura sagrada de várias culturas desde a Antiguidade. No Circles é o nome mais conceptualmente paradoxal: uma peça que trabalha a ausência da forma circular num vocabulário que a poderia ter. Fallen Angel e Ethereal pertencem ao mesmo universo evocativo — formas que sugerem leveza e tensão em simultâneo, acabamentos que jogam com a luz. É este método — partir de uma referência cultural, geométrica ou simbólica e transformá-la em metal — que define o processo criativo de Vanessa Pires desde a fundação da marca em 2011.